A avaliação não leva em conta a presença de OGM em um produto, pois a rotulagem de OGM só é obrigatória quando a presença ultrapassa um determinado limite, que varia conforme a regulamentação local (por exemplo, 0,9% na União Europeia e 1% no Brasil).
Na prática, alguns ingredientes, especialmente derivados de soja ou milho, podem conter OGM. No entanto, quando a presença é inferior a esse limite, essa informação não precisa ser indicada no rótulo.
Detectar a presença de OGM abaixo desse limite exigiria análises laboratoriais específicas, que são complexas e custosas.
Por outro lado, o Yuka leva em conta a presença de certificações orgânicas (como o selo europeu Eurofeuille ou o selo brasileiro “Orgânico Brasil”). Essas certificações proíbem o uso de OGM, embora ainda possam tolerar a presença de traços acidentais.